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São José dos Campos, SP, Brazil
Duas garotas supostamente sem muito o que fazer resolvem criar um blog. Ninguém sabe ao certo do que ele se trata, ficamos horas discutindo sobre isso e que aparência teria. E a verdade é que chegamos a conclusão que teria um pouco de tudo, ou muito do pouco? O que pensamos, o que vestimos, o que fazemos, o que vimos e o que achamos interessante. Sinta-se a vontade, porque além de tudo, isso foi feito para compartilharmos nossa vida com vocês. @_alisex e @lokita_rs

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Vazio.

Você sabe tanto quanto eu o que se passa comigo. Você finge não saber, finge não se importar, mas no fundo eu sei que você, de duas coisas uma, ou riria ou me ajudaria. O que você fez foi simplesmente optar pelo mais fácil, me deixar aqui, me fazer sofrer. Mas por momentos penso que só sofro porque me permito sofrer. Nessa relação ambos saímos desgastados, esgotados, machucados. É, e assim foi. Me considerava forte, me considerava bem antes de você, mas aí você aparece e rouba tudo que um dia eu nunca consegui dar para ninguém, que procurando a definição mais óbvia do dicionário, se chama amor. Eu não sei mais o que fazer, não consigo escapar da solidão que vezes bate em minha porta. Eu tento agir friamente, manter todos os meus pensamentos calculados, mas é um tanto complicado. Acredito na crise de abstinência de você.  Acredito também que uma boa dose de morfina acabaria com a tal dor que guardo aqui no coração. Fomos separados e agora nada mais nos juntará, como um espelho quebrado, ele está em pedaços, por mais que você tente juntar todos os pedacinhos, nunca vai refletir uma boa imagem, e é exatamente isso que eu vejo agora, eu posso enxergar tudo estranho, uma imagem nada nítida, de você... Eu errei, você errou, nós erramos. Não me culpo, também não culpo você, é questão de destino, de vida. Cada um segue a sua e a felicidade que nos encontre; busquei a mesma em você, encontrei e não nego. Só que não me acostumei com o fato de não tê-la mais. Mentira seria se eu dissesse que não sou feliz, mas ainda sinto uma falta, um pedaço que não é preenchido.  Não é tão trágica a situação.
Esquecer? Não consigo. Repensar? Não quero. Reviver? Não aguento.

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